Durante a Festa Literária Internacional de Maringá serão realizadas diversas ações como: cursos, palestras, oficinas, mesas, bate-papos etc. Inscreva-se aqui e participe dos eventos.  

Dia 21 novembro

9h30 [mesa]: A força da palavra negro

Paulo Lins
Cidinha da Silva

A literatura afro-brasileira passa por um momento de consolidação com autores de extrema importância tanto na prosa como na poesia. Um olhar mais apurado das universidades para a produção de autores negros, a ampliação da chamada classe média negra e a instituição da lei 10.639/2003 (que inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”) são fatores importantes para um ambiente mais favorável à produção e divulgação da literatura afro-brasileira. Há uma característica marcante na produção dos autores negros?

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14h [palestra]: Quem tem medo do lobo mau?

Ilan Brenman
O politicamente correto ronda a literatura infantojuvenil. E pode ser um perigo. Ilan Brenman discorre sobre modos pedagógicos que reformam os conteúdos originais das histórias, numa espécie de higienização das ideias, para suavizar seu contato com o público infantil. Aponta para o perigo que essa redução causa no campo da imaginação e da criatividade de diversas crianças. Nesse encontro, Ilan utilizará sua trajetória como escritor e educador para estimular pais, professores e mediadores de leitura a refletirem melhor sobre cultura e infância.

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19h30 [palestra]: Escrever e a capacidade de suportar

Tony Bellotto
Baseado na personagem Nina da peça A gaivota, de Tchekhov, que diz que “representando ou escrevendo, o que importa não é a glória nem o esplendor, mas sim a capacidade de suportar”, Tony Bellotto aborda a escrita como a arte de suportar no sentido de que isso torna mais fácil para o autor a aceitação das agruras da vida e das limitações da natureza humana.

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15h [palestra]: O código das águias – 

Ivana Martins
Jornalista, especialista em Marketing, escritora e fotógrafa, Escreveu, produziu e dirigiu peças teatrais, entre elas: “ Uma visita ao Sítio do Pica Pau Amarelo”, “O Pequeno Príncipe e o Natal no Mundo do Faz de Conta”. Trabalhou em jornais, revistas e TV onde teve os programas: “Educação em Destaque” e “Qual é o seu Problema”?
É membro fundador da ALM – Academia de Letras de Maringá, da União Brasileira dos Trovadores – UBT – Seção Maringá, e da UNIJORE – União dos Jornalistas e Escritores de Maringá. É autora dos livros: “Sentimentos e Ilusões”(1987), “ Versos Incógnitos” (1991) e recentemente lançou “O Código das Águias”(2018)

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Dia 22 novembro

9h30 [mesa]: Deslocamentos ficcionais

Cintia Moscovich
Javier Arancibia Contreras

Os refugiados estão espalhados mundo afora. Na Europa, africanos encontram abrigo e muito preconceito. A xenofobia é uma realidade cotidiana. Nos Estados Unidos, mexicanos são perseguidos. No Brasil, venezuelanos e haitianos buscam refúgio. Como a literatura trata o deslocamento geográfico forçado? Como esta terra estrangeira pode influenciar na produção literária?

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14h [mesa]: Sou booktuber, sou crítico (a), sou leitor (a)

Paola Aleksandra
Yuri Al’Hanati

É inegável: há algum tempo a discussão e a divulgação de literatura ganharam na internet um dos mais potentes aliados. No emaranhado do mundo digital, sobressaem muitos booktubers que, como o nome indica, são canais especializados em livros no YouTube. Ao alcançar milhares de leitores, os booktubers se tornaram imprescindíveis na divulgação do mercado editorial. Como funciona a dinâmica destes canais? Na rapidez digital, qual é a capacidade crítica de tais vídeos?

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19h30 [palestra]: Resiliência criativa

Fabricio Carpinejar
Como desfazer os preconceitos pelas verdades das banalidades, como a loucura é compromisso com a liberdade e como amar sem querer controlar o amor.

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Dia 23 novembro

9h30 [mesa]: Na Floresta de Histórias 

Aparecida Vilaça
Cristino Wapichana
O fenômeno da ficção produzida por índios começou na década de 1990 e segue crescendo. A lei 11.645, aprovada em 2008, que criou a obrigatoriedade de se tratar a temática indígena e afro-brasileira no currículo escolar brasileiro, ajudou a aumentar o interesse por autores indígenas. Vários escritores se destacam também nas livrarias, principalmente na literatura infantojuvenil. Quais são as preocupações estéticas dos autores, o que eles pretendem?

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10h30 [palestra]: Caminhos da Leitura

Bel Santos Mayer
Em tempos tão sombrios e de tantas incertezas políticas e sociais, é urgente um trabalho pela educação contra o autoritarismo, a banalização da violência e a condenação de liberdades. As bibliotecas devem ser espaços privilegiados para questionamentos sobre a vida do país. Se pensarmos a diversidade e a imensidão de autorias, sistemas de pensamento, experimentações estéticas, contradições e conflitos existentes em uma boa biblioteca, temos muitos caminhos para compreender e indagar o tempo, o espaço e as relações que nos determinam.

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14h [palestra]: Caminhos da Leitura

Fabíola Farias
Em tempos tão sombrios e de tantas incertezas políticas e sociais, é urgente um trabalho pela educação contra o autoritarismo, a banalização da violência e a condenação de liberdades. As bibliotecas devem ser espaços privilegiados para questionamentos sobre a vida do país. Se pensarmos a diversidade e a imensidão de autorias, sistemas de pensamento, experimentações estéticas, contradições e conflitos existentes em uma boa biblioteca, temos muitos caminhos para compreender e indagar o tempo, o espaço e as relações que nos determinam.

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19h30 [palestra]: Mulheres de palavras

Marcia Tiburi
Nos tempos em que a linguagem é manipulada e, desse modo, transformada em instrumento de violência, é importante perceber suas potencialidades emancipatórias e usá-las a favor da vida. Compreender o lugar da linguagem, o lugar das falas, da comunicação e da expressão na sociedade atual e no cotidiano virtual é fundamental para que se possa ultrapassar o momento pelo qual passamos em termos sociais, éticos e políticos.

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Dia 24 novembro

15h30 [mesa]: A resistência de um verso

Eucanaã Ferraz
Angélica Freitas

Com apelo menor de público em relação a outros gêneros literários, a poesia brasileira mantém sua força em expressivos autores, em diversas vozes poéticas espalhadas país afora. O que de mais relevante a poesia brasileira oferece a seus leitores? É possível distinguir uma unidade de voz na poesia atual? Quais as preocupações estéticas da poesia brasileira contemporânea? Por que escrever poesia? Por que a poesia resiste?

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19h30 [palestra]: Garotas mortas

Selva Almada
Um dos grandes nomes da literatura argentina contemporânea, Selva Almada investiga três casos de feminicídio em seu país na década de 1980. E mostra que a situação não mudou com o tempo. Três assassinatos entre centenas que não são suficientes para estampar as manchetes dos jornais ou mobilizar a cobertura dos canais de TV. Três crimes “menores” enquanto a Argentina celebrava o retorno da democracia. Três mortes sem culpado. Com o tempo, essas histórias se convertem em uma obsessão particular da autora, o que a leva a uma investigação bastante atípica. Selva Almada mostra como as violências diárias contra meninas e mulheres acabam fazendo parte de algo considerado “normal”.

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Dia 25 novembro

15h30 [mesa]: O mundo num traço

Raquel Matsushita
Rafael Coutinho

As adaptações de clássicos da literatura para os quadrinhos têm ganhado cada vez mais espaço entre os leitores. Além disso, autores e ilustradores realizam parcerias muito interessantes na tentativa de encantar novos leitores. Como as ilustrações enriquecem a literatura? Qual é o diálogo ideal entre imagem e palavra?

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17h [palestra]: Devassos no Paraíso

João Silvério Trevisan
Devassos no Paraíso foi escritor para entender o lugar que João Silvério Trevisan ocupava no país. A vida, a cultura e a história da comunidade LGBT, da qual ele faz parte, não estavam contempladas nas narrativas da historiografia oficial. Atualizado e ampliado agora, o livro revela um Brasil por muito tempo desconhecido, quando não francamente escondido e rejeitado. Sem essa máscara hipócrita, escancara-se uma parte incontornável da história deste país, que fica mais próximo da sua verdadeira cara. O resultado dos longos anos de pesquisas certamente interessa a quem pretenda conhecer melhor o Brasil, faça ou não parte do segmento LGBT.

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OFICINAS

Poesia: Angélica Freitas

22 a 24/11 8h30 às 11h30
Carga horária: 12h 

“A poesia é o novo espaço para as possibilidades e todo mundo sabe disso”, escreve a poeta americana Eileen Myles em seu ensaio “Twice”, que conclui a antologia I Must Be Living Twice (Ecco, 2015). Nesta oficina, vamos conversar sobre experimentos poéticos de autoras como Cecilia Pavón (27 poemas con nombres de persona), Bernadette Mayer (As Helenas de Troia, NY) e do escritor e artista visual Joe Brainard (I remember), entre outras(os). Partindo deles, faremos nossas próprias experiências de escrita e as discutiremos em grupo. Os objetivos são: 1) Ajudar a ampliar a percepção de quem escreve poesia sobre as possibilidades que o gênero oferece; 2) Experimentar a escrita de poemas a partir de propostas que independem do fenômeno “inspiração”; 3) Ajudar a entender a escrita de poesia como uma prática; 4) Pensar em um livro, plaquete ou fanzine de poemas como um projeto de escrita, e não como simples coletânea.

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Crônica: Luís Henrique Pellanda

21 a 23/11 – 14h às 18h
Carga horária: 12h 

Na oficina de crônica, serão examinadas as origens do gênero no Brasil e as prováveis causas de sua popularização entre os leitores do país. Veremos de que forma a crônica, um braço importante da tradição literária brasileira, veio conseguindo vencer tanto a crise por que passam os veículos de imprensa quanto as mudanças que abalam o mundo editorial, adaptando-se, assim, a novos suportes e tipos de leitor. No programa da oficina, também será estudada a história completa da modalidade no Brasil (e que se confunde com a história de nossa cultura e de nossas cidades), do século 19 até hoje, e suas principais definições (dadas por diversos escritores, professores e críticos literários).
Mas a prática da crônica também terá o seu espaço. Depois da leitura e da discussão conjunta de uma série de peças e autores do gênero, clássicos ou contemporâneos, os alunos escreverão suas próprias crônicas, com o objetivo de aprimorar não apenas a escrita de todos, mas também as habilidades de observação e abstração de cada um.

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Design e ilustração como narrativa: Raquel Matsushita

22 a 24/11 13h30 às 17h30
Carga horária: 12h  

Criaremos um projeto individual de livro imagem, no qual o aluno desenvolverá uma narrativa visual a partir de uma história criada por ele. Serão abordados os principais fundamentos para construção visual do livro. Por meio de estudos de casos de livros, falaremos sobre o formato do livro e sua tridimensionalidade como linguagem narrativa; o desenvolvimento da paleta de cores como instrumento de força textual; a criação do projeto gráfico e ilustrações como texto narrativo e rítmico; a relação intrínseca entre ilustração e design no livro.

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Ideias no papel e um livro na mão! –  Vanessa Meriqui

21/11 – 14h às 17h
Carga horária: 3h
14 anos
 Depois da contação e do contato com os livros, as crianças passam a produzir o seu próprio livro. Cada uma faz sua capa, contracapa, página de rosto e miolo (quando são alfabetizados, elaboram e escrevem o texto,
quando não, trabalham com desenhos.

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Quadrinhos: Imagem e palavra em narrativa – André DX Luiz Onishi

22 e 23/11 – 8h30 às 11h30
Carga horária: 3h
12 anos
A oficina oferece uma experiência de produção de narrativas gráficas (H.Q.) para o desenvolvimento da expressão criativa e da aprendizagem desta linguagem apresentando conceitos básicos sobre narrativa gráfica, ilustração em estilo cartum, roteirização, quadrinização e arte final.

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A recitação de poesias como criação teatral –  Lucas Fiorindo
14 anos

22 e 23/11 – 13h30 às 17h30
Carga horária: 8h
14 anos
Ministrada pelo ator e pesquisador Lucas Fiorindo, essa oficina é fruto de sua pesquisa artística sobre a transposição da poesia escrita em poética teatral. Percebeu-se que o exercício desse tipo de transposição se torna ocasião muito propícia para a descoberta de alguns dos tesouros da poesia e também do teatro. Trata-se de um despertar à leitura. A oficina é uma introdução a diversas técnicas e percepções: em resumo, parte-se da interpretação da poesia escrita com sua reconstrução imagética (técnica das imagens mentais) para a sua ativação vocal e musical – no ritmo (métrica) e nas entonações (nexo). Depois se busca a recriação do ‘eu-lírico’ em personagem dramático e a conversão dos signos poéticos em procedimentos cênicos – no espaço, tempo, corporeidade/movimento/ação, emoção, figurinos, objetos, cenários, etc.

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